Bahia

Hotéis e Pousadas Imóveis para Temporada

Bahia, vários destinos, um só lugar. Quando o assunto é turismo, a Bahia mostra ser experiente em atrair, atender e servir bem os turistas, deixando-os com vontade de voltar, como sempre acontece. O sabor tropical de sua culinária apimentada; a magia do sincretismo religioso; a alegria do seu povo; o maior carnaval de rua do país. Como se não bastasse, a Bahia é também palco de cenários de rara beleza, onde a natureza reina absoluta e agracia os visitantes com todo o seu encanto; um verdadeiro toque dos deuses no Nordeste brasileiro. Toda essa mistura transforma a Bahia em um lugar mágico. Com certeza uma terra abençoada por Deus!

Principais Destinos

Outras cidades

Baía de Todos os Santos

Delimitada em suas extremidades pelo Farol da Barra e a Ponta do Garcez, a Baía de Todos os Santos mistura beleza, história e cultura, visualizada no artesanato, culinária típica e arquitetura, que a transforma num grande cenário para as atividades do turismo náutico e do ecoturismo.

Este cenário é composto por uma superfície de águas calmas de 1.052 Km2 de extensão, abriga ilhas, praias e recebe as águas doces de inúmeros rios e riachos, sendo os principais o Paraguaçu, o Jaguaripe e o Subaé, além de ter debruçada em uma das suas extremidades, a primeira capital do Brasil e a maior do Nordeste: Salvador da Bahia.

Em seu entorno localiza-se os municípios de Itaparica, Vera Cruz, Jaguaripe, Nazaré, Salinas da Margarida, Maragogipe, São Félix, Cachoeira, Santo Amaro, Saubara, São Francisco do Conde, Madre de Deus e Candeias, entre tantos outros que compõem o Recôncavo Baiano. Na Bahia a palavra Recôncavo ganhou nova dimensão, com inicial maiúscula, para identificar a região situada em torno desta baía.

A Baía de Todos os Santos e os seus recôncavos constituem um imenso anfiteatro, onde natureza, historia e cultura se plasmam para formar um belo cenário para as atividades do Turismo naútico e ecoturismo.

Costa dos Coqueiros


A Costa dos Coqueiros apresenta características singulares entre as zonas turísticas do estado, ao longo de 193 km de extensão. Da praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas, até Mangue Seco, em Jandaíra, um cordão de dunas acompanha o litoral abrigando ecossistemas dos mais ricos, raros e frágeis como as lagoas próximas ao mar, cercadas de mata de restinga onde florescem bromélias, orquídeas e cactáceas.

Uma rodovia estadual, BA-099, subdividida em dois trechos – a Estrada do Coco e seu prolongamento, a Linha Verde – interliga os municípios de Lauro de Freitas, Camaçari, Mata de São João, Entre Rios, Esplanada, Conde e Jandaíra, permitindo acesso às belíssimas praias entrecortadas por rios e seus estuários, dunas, coqueirais, lagoas e manguezais.

Os empreendimentos turísticos surgem ao longo do litoral, onde uma rede hoteleira, ainda em fase de expansão, já disponibiliza um total de 11.611 leitos em megaempreendimentos, resorts, hotéis e pousadas.


Costa do Dendê


A diversidade de cenários naturais praticamente intocados e um expressivo patrimônio da arquitetura urbana e rural dos tempos do Brasil Colônia, fazem da Costa do Dendê um dos mais relevantes itinerários ecoturísticos da Bahia. Ainda pouco explorada, a região abriga na exuberância de suas matas, rios navegáveis de águas limpas, corredeiras, cachoeiras e trilhas. Além disso, são abundantes manguezais, restingas, coqueirais e praias ainda primitivas, alem de uma grande diversidade agrícola.
As águas abrigadas dos canais de Taperoá e de Serinhaém e o grande golfo de Camamu – terceira maior baía do Brasil – são ideais para a prática da navegação esportiva e de contemplação.

Em suas cidades, povoados e vilarejos o visitante encontra com testemunhos e vestígios da arquitetura colonial, não raro datados dos anos iniciais da colonização. São casarões assobradados, igrejas e conventos imponentes, pequenas capelas, casas de fazendas que outrora pertenceram a senhores ricos vindos do Reino, além de fortalezas que guardavam a Bahia dos invasores holandeses e franceses. Há mais: o bucolismo de povoados remanescentes de antigos quilombos que recordam os tempos da escravidão.

Lugar freqüentado no passado por corsários e piratas, Morro de São Paulo é atualmente um dos recantos mais visitados da Costa do Dendê. Nas suas praias e enseadas aportam veleiros e escunas vindos de várias partes do Brasil e do mundo. Em seus restaurantes e pousadas degusta-se um cardápio especial de peixes e mariscos, pratos preparados à base do azeite dos frutos vermelhos de uma palmeira introduzida pelos escravos no período colonial e que empresta seu nome à região. Aliás, uma especialidade de todos municípios da Costa do Dendê. Dotada de uma infra-estrutura de apoio que oferece hotéis, pousadas, ancoradouros, rodovias asfaltadas e um moderno aeroporto equipado para receber aviões de grande porte, a Costa do Dendê é uma das mais fortes opções para visitação turística na Bahia.

Costa do Cacau

A Costa do Cacau compreende a faixa litorânea que se estende por cerca de 180 km no sul da Bahia, entre os municípios de Itacaré e Canavieiras.

Trata-se de uma região de extraordinária beleza cênica que ainda conserva paisagens naturais pouco alteradas- verdadeiros paraísos ecológicos- sempre marcados pela comunidade cientifica mundial como um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do planeta. Não menos importante para o turismo contemporâneo é uma infra-estrutura de acesso implantada nos últimos anos pelo Governo do Estado, interligando todos os municípios da Costa do Cacau, e beneficiando, desse modo, a extensão das atividades turísticas.

A costa do Cacau compreende os municípios de Ilhéus, Uruçuca, Itacaré, Una, Canavieiras e Santa Luzia. Cenário de densa significação histórica e cultural que permeia três grandes ciclos da historia do Brasil: o pau-brasil, o da cana-de-açúcar e do cacau, abriga uma paisagem encantadora, que às vezes nos faz recordar as terras primitivas que os índios tupiniquins tiveram de entregar ao colonizador português no século XVI.

São matas, rios, cachoeiras, corredeiras, trilhas, praias, manguezais, serra, grutas, mirantes, fazenda de cacau, reserva ecológicas, parques temáticos e áreas de proteção ambiental que compõem uma das regiões do estado mais vocacionadas para o reencontro com a natureza. E tudo isso beneficiado pela abundancia do sol. Ao lado desse diversificado cenário, deve-se acrescentar um importante legado cultural: os sítios históricos, com seus casarões antigos, suas capelas e igrejas; os antigos engenhos; as festas populares, as tradições religiosas, o rico artesanato, e os costumes da gente da terra, incluindo uma culinária típica a base de peixes e mariscos. Mas, há mais: as estórias e lendas conservadas na memória coletiva do povo da região, e transmitidas através de gerações pela tradição oral: os baianos têm alma de historiadores.

A Costa do Descobrimento


Uma das principais zonas turísticas do estado, a Costa do Descobrimento é, atualmente, o segundo destino turístico da Bahia em número de visitantes e o primeiro parque hoteleiro do estado, especializando-se na geração de serviços para atender à demanda dessa atividade. O patrimônio histórico, arquitetônico e natural convive em harmonia com a moderna infra-estrutura e equipamentos hoteleiros. Berço da história, da cultura e do próprio Brasil, a Costa do Descobrimento é, também, Sítio do Patrimônio Mundial Natural, declarado pela Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – em dezembro de 1999, com o objetivo de proteger um conjunto de áreas de domínio de Mata Atlântica, que abrange, na Bahia, um total de 225 km2, e é considerada uma das poucas paisagens brasileiras que se mantém quase inalterada há, pelo menos, 500 anos.

A Costa do Descobrimento oferece condições excepcionais para o desenvolvimento da atividade turística, sua principal vocação econômica, que vem transformando rapidamente a região com a chegada da infra-estrutura de lazer, de serviços e de novos investidores.

A atmosfera mágica, que envolve e encanta os visitantes hoje, é a mesma que encantou os portugueses em 1500, nos primeiros contatos com a terra e seus primitivos habitantes. Assim, a Mata Atlântica se incorpora aos demais atrativos da Costa do Descobrimento que, com sol o ano inteiro, torna-se um cenário sempre propício a festas onde impera a alegria e a descontração. Não bastassem as belezas naturais das praias, enseadas, baías, falésias, inúmeros rios e riachos que se destacam na paisagem, sempre emoldurada pelo verde dos coqueirais, dos manguezais e da Mata Atlântica, os municípios de Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Belmonte e seus simpáticos povoados contam, em suas relíquias arquitetônicas, os primórdios da História do Brasil.

Costa das Baleias


O extremo sul da Bahia é uma região de contrastes cênicos, tanto aquáticos quanto terrestres, oferecendo espetáculos inéditos a todo instante. Em meio ao Atlântico Sul, em uma região de águas mornas azuis e cristalinas, bancos e recifes de corais desenham uma geografia submarina difícil de descrever. Fauna e flora bailam cintilantes em outra dimensão, o reino das águas.

As baleias Jubarte são um espetáculo à parte. Elas passam a temporada de julho a novembro nas águas rasas e mornas do sul da Bahia, fugindo do inverno rigoroso da Antártida. Procriam e acasalam-se, protegidas de seus predadores. Além das baleias Jubarte podemos encontrar, embora com menos frequência, baleias Francas e Minkes.

No litoral, as falésias imponentes, do alto de seus 18 a 25 metros, se debruçam sobre o mar, formando paisagens deslumbrantes. Rios e riachos trazem a água doce que, misturadas ao mar, dão lugar a extensos manguezais, responsáveis pela biodiversidade marinha. Em terra e no mar, as unidades de conservação em nível federal, estadual e/ou municipal garantem a sobrevivência do corredor da Mata Atlântica.
Aldeias indígenas, vilas de pescadores transformaram-se em cidades descobertas por turistas e veranistas, que contam hoje com cerca de dez mil leitos espalhados nos cinco municípios que integram a Costa das Baleias - Prado, Alcobaça, Caravelas, Nova Viçosa e Mucuri.

Chapada Diamantina


A Chapada Diamantina é uma região de serras, situada no centro do Estado brasileiro de Bahia, onde nascem quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas. Essas correntes de águas brotam nos cumes e deslizam pelo relevo em belos regatos, despencam em borbulhantes cachoeiras e formam transparentes piscinas naturais.

A vegetação é exuberante, composta de espécies da caatinga semi-árida e da flora serrana, com destaque para as bromélias, orquídeas e sempre-vivas.

Alguns atrativos naturais causam espanto e êxtase, como a Cachoeira da Fumaça e seus 380 metros de queda livre ou o deslumbrante Poço Encantado. Mas são tantas as atrações que se pode optar entre visitar grutas, tomar banho de cachoeira, fazer trekking em antigas trilhas de garimpeiros, montar a cavalo ou praticar esportes e aventuras. A Chapada abriga, em seus vales e cumes, comunidades esotéricas e alternativas como no Vale do Capão. Os dois pontos mais altos da Bahia estão na Chapada: o Pico do Barbado com 2.033 metros (o mais alto do nordeste) e o Pico das Almas com 1.958 metros.

Caminhar respirando o ar puro e admirando a paisagem é a principal opção dos turistas de todas as partes que visitam, a Chapada. Os lugares verdejantes guardam sempre uma surpresa com águas cristalinas ou areias coloridas, belos morros, flores e hortaliças que encantam pela beleza e viço.

Em Igatu, a curiosidade se aguça em meio às ruínas da cidade fantasma, construída com pedras que formam as paredes de pequenas grutas.

O Parque Nacional foi criado em 1985 por decreto federal, abrangendo uma área de 152 mil hectares da Serra do Sincorá e arredores, incluindo os municípios de Lençóis, Palmeiras, Andaraí e Mucugê.O turismo ecológico consciente dá à Chapada as melhores características de um pólo de lazer que preserva a natureza.

Fonte: Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia e Bahiatursa - Órgão Oficial de Turismo da Bahia

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